
Botox e dor de cabeça
Saiba como o Botox® pode ajudar a tratar a sua dor de cabeça
Você convive com dor de cabeça mais de quinze dias por mês? Isso pode ser enxaqueca crônica — e nós sabemos como ela rouba sua energia, seus planos e até o seu humor. A boa notícia é que existe um tratamento aprovado pela ANVISA, capaz de reduzir drasticamente a frequência dessas crises: a aplicação de toxina botulínica, popularmente chamada de BOTOX®.
Como o BOTOX® ajuda a controlar a enxaqueca?
A toxina botulínica bloqueia substâncias químicas envolvidas na dor, “desligando” os nervos hiper-sensíveis da cabeça e do pescoço. Com isso, o cérebro deixa de receber tantos sinais dolorosos.
Como funciona o procedimento?
Aplicação rápida
31 micro-injeções em pontos estratégicos do couro cabeludo e pescoço; leva cerca de 15 minutos.
Sem cortes nem anestesia geral
a agulha é ultrafina e a maioria das pessoas sente apenas um leve incômodo.
Duração
uma sessão protege por aproximadamente 3 meses; depois desse período, repetimos para manter o efeito.
Resultados que você percebe no dia a dia
Depois de duas aplicações (seis meses), estudos mostram:
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Até 9 dias a menos de dor por mês em média.
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Menos necessidade de analgésicos.
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Sono e disposição melhores, maior produtividade no trabalho e mais tempo para o que importa.
Cerca de 7 em cada 10 pacientes com enxaqueca alcançam pelo menos 50 % de redução das crises quando completam três ciclos de tratamento
Quem pode se beneficiar?
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Homens e mulheres com enxaqueca crônica que não obtiveram boa resposta (ou não toleram) medicamentos diários.
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Pessoas que usam analgésicos em excesso e precisam reduzir o uso.
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Pacientes que preferem um tratamento trimestral, sem tomar comprimidos todo dia.
Efeitos colaterais? Quase sempre leves e temporários
Os mais comuns são sensação de peso no pescoço ou dor local, que passam em poucos dias. Reações graves são muito raras — e o procedimento é totalmente reversível.
Seu plano de saúde pode cobrir
Desde 2021, a toxina botulínica para enxaqueca crônica faz parte do Rol da ANS. Cada convênio tem seu próprio protocolo, mas normalmente exige laudo neurológico comprovando o diagnóstico.


